“Somos o que fizemos para ser quem somos”
A pele nos muros é:
O Desejo de Permanência
A Mostra de Persistência
A Luta como Resposta
A Memoria e a Essência
Em cada ruga uma historia, em cada abraço um sentimento, em cada olhar, tão profundo quanto a vida, um espelho onde se olhar, em cada silencio uma reflexão, em cada sorriso um fato de amor A identidade pessoal é o que permite que alguém se reconheça a si mesmo. Em consequência, a identidade pessoal é tudo aquilo que nos define como indivíduos.

Temos consciência da identidade porque temos memória, sem ela seria impossível nosso próprio reconhecimento. De fato, quando alguém perde a memória perde o elemento essencial de si mesmo.

A identidade pessoal é o que permite que alguém se reconheça a si mesmo. Em consequência, a identidade pessoal é tudo aquilo que nos define como indivíduos. Temos consciência da identidade porque temos memória, sem ela seria impossível nosso próprio reconhecimento. De fato, quando alguém perde a memória perde o elemento essencial de si mesmo. A identidade coletiva é esse mesmo reconhecimento dentro de uma comunidade.

Escutamos aos moradores com todos os sentidos e com uma sincera admiração. A partir dessa escuta, colhendo narrativas, fizemos uma leitura da beleza de cada “Ruga”, para plasmar fotograficamente no novo espaço “Museu da Memória Viva dos Quilombos  Tereré e Maragojipinho”, com a convicção da necessidade de aprofundar em nossas raízes para compreender e transformar nosso futuro.

A partir de uma escuta ativa, colhendo narrativas, faremos uma leitura da beleza de cada ruga, que plasmaremos fotograficamente nos muros da cidade, como mostra de solidez e com a convicção da necessidade de aprofundar em nossas raízes para compreender e transformar nosso futuro.

Executar questionário identidade;

Entrevistas com os membros da comunidade;

Análise da narrativa;

Pesquisa da simbologia;

Realização de fotografias;

Exposição rígida.

Com este projeto fotográfico queremos resgatar, da “mão” dos moradores das comunidades de Maragojipinho e do Tereré, um passado que defina o presente, estabelecendo um diálogo íntimo que vá, através do sentimento e da memória individual, ao encontro com a coletividade.

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